segunda-feira, 29 de agosto de 2011

AUSÊNCIA


Dos sabores mais árduos que já provei
Tua ausência foi de longe a mais cruel

Mas quem é que sabe? Que por ti madrugadas solitárias já degustei 

É complicado pra você? Querido, em dramas como este ninguém é fiel.

Horas e dias, semanas e meses. Submisso ouvinte.

Fala de tudo. Parece tão sombrio e sensacional
Meu grande: Sombrio é meu sangue e teu nome é meu mal. 

Forte sensação, implacável dor da tortura

Te buscar, te seguir e vigiar é exata loucura

Nem mesmo sei quem és, onde está e se me quer

Sem traumas e incertezas, te alucino sem ser mulher 

Não são apenas seus olhos, nem seus lábios esculpidos por um deus apaixonado

É a forma cintilante e hipnótica do seu olhar e falar, perfeito demasiado.


Vã procura infinita. Lágrimas de um domingo inquieto

Dona de toda a culpa, razões por qual nunca estive perto

Ao tempo devorador dos rumos:

Saiba que a vida é a infância da imortalidade

E se não for hoje, nem amanhã, ainda temos toda a eternidade.


(Victor Branelli)





3 comentários:

Unknown disse...

Grande Victor!

Sil Marx disse...

Olá , André ...
Caso tenha um blog , deixe o link para que eu poça retribuir a visita .
Obrigada pelo comment .
Sil Marx .

Unknown disse...

www.vaitodavidareto.com.br

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